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PostHeaderIcon Tipos de Guerra

  • Guerra civil - Conflito que envolve facções de uma mesma
    nação ou grupo. Possui como objetivo a separação
    (fratricídio) ou a tomada do poder. Ex.: Guerra dos Farrapos (Brasil),
    Guerra Civil Americana (EUA), Guerra Civil Espanhola (Espanha).
  • Guerra diplomática – confronto político que considera-se
    o estado “ideal” da guerra, ou seja, uma guerra em que prevalece
    a diplomacia ou o entendimento entre os povos, a estratégia e a racionalidade
    do entendimento, não havendo inspiração de ordem emocional
    ou moralista. Geralmente encontrada em sistemas internacionais propícios
    ao equilíbrio de poder (vide relações internacionais),
    segundo Napoleão I, “…as guerras armadas nascem quando as guerras
    diplomáticas morrem…”
  • Guerra nupcial, de encadeamento ou Vingança – caracteriza-se por
    compreender uma nação inteira sob o objetivo de vencer uma guerra
    emocionalmente e psicologicamente envolvidos em um objetivo beligerante, nascido
    do confronto em si, gerado de disputas muitas vezes históricas ou sociológicas.
    Envolve a totalidade dos esforços bélicos, ideológicos,
    comerciais, etc., e inclui necessariamente um elenco subjetivo cultural, histórico
    e antropológico, nascidos da disputa política anteriores e necessáriamente
    de um líder constituído para tal fim que incorporiza tal espírito
    beligerante de um povo historicamente ofendido, quase sempre, como já
    foi dito de origem histórica, social, cultural, antropológica
    de justiça ofendida e de paixão culturalmente desenvolvida pelo
    ódio de classes ou culturas ou religiões tudo concatenado e
    encadeado num momento histórico, como se fosse uma grade panela de
    pressão que explodisse, por exemplo: a Alemanha nacional trabalhista
    de Adolf Hitler, a Itália, e o Japão, nações do
    chamado Eixo, de mesmo foco político, de Benito Mussoline, que queriam
    transformar o mundo, durante a Segunda Guerra Mundial,chegando a envolver
    ou encadear também o Japão, como queriam encadear outros teatros
    de guerra, nas palavras de Wiston Churchil.
  • Guerra preservativa – ocorre quando uma nação, estando sob
    a ameaça de outra, não encontra alternativa senão a de
    tomar a iniciativa do confronto, fazendo isso como forma de defesa. São
    consideradas “legais”, de acordo com a Organização
    das Nações Unidas(1948) ou Liga das Nações(1918).
  • Guerra de partida ou Ataque é a melhor defesa – a nação
    antecipa agressivamente o confronto, pelo conflito subversivo efervescente
    das massas, sem que existam provas consistentes o bastante para o justificar,
    antes do oponente do confronto. Ex.: invasão do Iraque, que culminou
    na queda de Saddam Hussein.
  • Guerra por procuração ou Doutrina- nações confrontam-se
    indiretamente, financiando os conflitos efervescentes subvertendo as massas
    populares, cujos resultados dizem respeito aos interesses delas. Ex.: ocasião
    em que os Estados Unidos da América financiaram a Grécia contra
    o avanço do comunismo (vide Doutrina Truman).
  • Guerra fria - nações digladiam-se através de corrida
    armamentista e tecnológica, espionagem ou subversão ou guerras
    por procuração doutrinária; por conflitos indiretos e
    subversivos com espionagem, sempre evitando o confronto direto, uma vez que
    este desencadearia uma situação sobre a qual as nações
    confrontantes não teriam controle, sobre a Guerra Nuclear ou Atômica,
    evidentemente, Terrorismo – Evidente(fim da Humanidade). Ex.: Estados Unidos
    da América X União das Repúblicas Socialistas Soviéticas
    de 1960 a 1984 (vide próximo tipo, “guerra nuclear”).
  • Guerra nuclear ou Terror Atômico- também conhecida como “terrorismo
    - estressante”, em que foguetes de alcance mundial são utilizados
    para causar destruição total e irreversível no oponente(de
    1960, John Fitsgerald Kennedy e Nikitta Krubshev em Cuba, Baia dos Porcos
    e início do bloqueio à queda do muro de Berlim em 1989). Jamais
    houve esse tipo de guerra na realidade, mas a ameaça do terror eminente,
    da espada de Demóscristo sobre a cabeça da humanidade sempre
    existiu, de haver o fim do mundo, o que inspirou de fato e de direito a Guerra
    Fria entre EUA(seus satélites) e URSS(e seus satélites), havendo
    o Terceiro – Mundo(em que o Brasil, a França, a Alemanha, Portugal,
    Espanha e outros países faziam parte). A primeira estratégia
    sugerida fora a “Destruição Mútua Garantida”,
    ou “Mutual Assured Destruction” (MAD, “louco” ou “estressante”).
    Esta rezava que, se um lado atacasse, o outro revidaria, havendo apenas vencidos.
    Outra tática seria proposta pelos EUA: em último caso, atacar
    preventivamente alguns pontos estratégicos do inimigo, de forma a neutralizar
    uma possível reação nuclear deste. Esta seria conhecida
    como “Estratégia de Alvos de Uso Nuclear”, ou “Nuclear
    Utilization Target Strategies” (ou apenas NUTS, “maluco”).
  • Guerra biológica- devolve como tática de guerra o uso de agentes
    biológicos nocivos (vírus, bactérias, doenças,
    etc). Diz-se ironicamente que a conquista da América inaugurou a guerra
    biológica do passado, pois os europeus trouxeram consigo doenças
    que dizimavam as populações nativas das Américas; modernamente,
    segundo diversas fontes do Pentágono e muitas vezes comprovados com
    evidências, hoje forças políticas beligerantes, que sonham
    com outro estado de direito, utilizam-se dessa guerra, no envio de cartas
    e objetos pelo correio, após o ataque as torres gêmeas em 11
    de setembro de 2001.
  • Guerra química – pela primeira vez usada no primeiro confronto mundial
    de 1914 a 1918 e que envolve a utilização de artefatos químicos,
    como gases venenosos como o mostarda, venenos ou de efeito moral como napalm.
    Ex.: Guerra do Irã e Iraque, como parte da Guerra do Vietnam.
  • Guerra comercial ou Econômica – envolve a utilização
    de mecanismos tais como o embargo comercial e a imposição de
    barreiras alfandegárias. Ex.: Bloqueio continental promovido por Napoleão;
    embargo à África do Sul na época do Apartheid, como também
    o isolamento de Cuba, a partir de 1960(invasão da baia dos Porcos,
    até os dias de hoje).
  • Guerra subversiva, espionagem ou de guerrilha – é um tipo de guerra
    não convencional de confronto direto e general, no qual o principal
    estratagema é a ocultação secreta e extrema mobilidade
    de agentes autônomos, dos combatentes em digamos assim “bastidores”,
    chamada mais propriamente de “guerra ou confronto de guerrilheiros”;
    pois “subversão” é encontrada em toda ou qualquer
    guerra, pelos próprios agentes de Estado. Ex.: FARC, na Colômbia,
    e em guerras urbanas modernas, contra os diversos tráficos ilegais
    que confrontam com a sociedade e cidadania, tentando formar um “Estado
    Paralelo”, no exercício de poder, utilizado também pelos
    estados políticos que pregam a invasão ideológica religiosa.
  • Guerra psicológica ou de propaganda – a população (de
    qualquer das partes) é manipulada para conseguir obter o seu apoio
    pela panfletagem e propaganda. A manipulação pode ocorrer mediante
    a transmissão de informações falsas ou assistência
    médica,por exemplo. É guerra psicológica, a manobra em
    que o interessado detém a fidelidade do povo ao suprir-lhes precariamente,
    suas necessidades básicas sem intenção verdadeira de
    viabilizar soluções. Aparentando apoio e atenção,
    sem perder o foco voltado em mantê-lo (o povo) atado e fiel através
    do medo, ignora o fato que se trata apenas da manutenção de
    sua miséria sobrevivência. Dessa forma o interessado os mantém
    calados, passivos, inoperantes e gratificados. Mantendo-os temerosos com seu
    futuro e ignorantes de cultura e informações da verdade, o interessado
    não terá oponente, como exemplo temos a guerra psicológica
    de propaganda de Adolfo Hitler no passado e modernamente na propaganda do
    tráfego, tentando aliciar os cidadãos de bem em uma aventura
    duvidosa, temos em Himmler, o ministro da propaganda da nacional socialista
    trabalhista alemã, “Shults Stafellna(abreviatura partidária)”,
    de Adolfo Hitler, que costumava afirmar sempre em seus discursos de apoio
    a tal guerra psicológica: “…uma mentira dita várias vezes,
    acaba se transformando-se em verdade, se não tiver respaldo legal que
    a negue…” É o princípio norteador da chamada guerra psicológica.